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sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Sisu, ProUni e Fies, o que têm em comum?

O que Sisu, ProUni e FIES têm em comum?

Antes de falarmos das diferenças, vamos entender o que o Sisu, o ProUni e o FIES têm em comum:
  • São programas do Governo Federal.
  • Foram criados para ampliar e facilitar o acesso ao ensino superior no Brasil.
  • Beneficiam estudantes de todas as regiões do País.
  • As inscrições são gratuitas e acontecem duas vezes por ano, no primeiro e no segundo semestre.
  • São processos seletivos.
  • Usam a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério para classificar os candidatos.
  • Exigem desempenho mínimo no Enem para participar.
  • São processos automatizados e o participante se inscreve pela internet.
Com tantas semelhanças, não é de se espantar que muita gente confunda esses três programas. Veja a seguir as principais diferenças entre eles.

Qual a diferença entre Sisu, ProUni e FIES?

Apesar de usarem a nota do Enem para classificar candidatos ao benefício, ajudarem brasileiros de todas as regiões a cursar uma faculdade e serem iniciativas do Governo Federal, os três programas têm objetivos distintos. Conheça melhor cada um deles.

Sisu

O que é: O Sistema de Seleção Unificada é usado para preencher vagas em universidades públicas usando a nota do Enem. Ele já substituiu o vestibular tradicional em diversas instituições públicas de todo o Brasil e algumas reservam uma parte de suas vagas para esse processo seletivo.
Quem pode participar: quem fez a última edição do Enem e obteve nota maior do que zero na redação. Cada curso exige uma nota mínima, que pode ser consultada no momento da inscrição. Não há limite de renda para participar.
Como funciona: o candidato se inscreve, escolhe duas opções de curso entre as vagas disponíveis e o sistema preenche automaticamente as vagas, em ordem decrescente de nota do Enem (primeiro entram os que têm a nota mais alta). Os selecionados precisam levar os documentos e fazer a matrícula presencialmente na faculdade para não perder a vaga.

ProUni

O que é: O Programa Universidade para Todos oferece bolsas de estudos parciais (50%) e integrais (100%) a estudantes de baixa renda em faculdades privadas.
Quem pode participar: quem fez a edição mais recente do Enem, com pelo menos 450 pontos na média das provas objetivas e nota maior do que zero na redação. A renda familiar bruta mensal deve ser de no máximo três salários mínimos por pessoa. O candidato deve ainda ter estudado o ensino médio em escola pública ou como bolsista integral em escola privada.
Como funciona: o candidato se inscreve, escolhe duas opções de curso entre as vagas disponíveis e o sistema preenche automaticamente as vagas, em ordem decrescente de nota do Enem (primeiro entram os que têm a nota mais alta). Os selecionados precisam levar os documentos e fazer a matrícula presencialmente na faculdade para não perder a vaga.

FIES

O que é: financiamento estudantil destinado a ajudar brasileiros de baixa renda a pagarem a mensalidade da faculdade particular. O percentual de financiamento leva em consideração fatores como a renda familiar e o comprometimento dessa renda com a mensalidade do curso.
Quem pode participar: quem fez o Enem a partir de 2010, com pelo menos 450 pontos na média das provas objetivas e nota maior do que zero na redação. É preciso ter renda familiar bruta mensal de no máximo 2,5 salários mínimos por pessoa.
Como funciona: o candidato se inscreve no processo seletivo pela internet e escolhe o curso dentre as opções disponíveis. As vagas são preenchidas de acordo com o desempenho no Enem. Os pré-selecionados devem se cadastrar em outro sistema para dar início ao processo de financiamento. Em seguida, devem comprovar a documentação na faculdade para a qual foram selecionados e depois apresentar uma outra série de documentos para contratar o financiamento no banco. Durante o curso e até 18 meses depois de formado, o estudante só paga o valor referente aos juros do financiamento, em boletos trimestrais. Um ano e meio depois da formatura, começa a quitar a dívida, em parcelas mensais, com prazo de vários anos.

Sisu, ProUni ou FIES? Qual escolher?

A escolha de um desses programas depende de suas condições financeiras e de seu desempenho no Enem. O Governo Federal abre as inscrições para esses programas em uma sequência lógica, de forma que primeiro o estudante tente uma vaga na universidade pública (Sisu). Caso não consiga e cumpra os requisitos, pode tentar uma bolsa em faculdade privada (ProUni). Se ainda assim não conseguir, o candidato de baixa renda tem a possibilidade de tentar um financiamento estudantil (FIES)

quarta-feira, 30 de maio de 2018

XI FEIRA DE CIÊNCIAS DO CEOM-ETAPA ESCOLAR DO CEARÁ CIENTÍFICO 2018

   Aconteceu durante todo o dia de hoje, 30 de maio de 2018, no Colégio Estadual Otacílio Mota, aquela que se torna a cada edição na maior exposição de trabalhos científicos na comunidade escolar do município de Ipueiras.



Tivemos a honra da presença do Secretário de Educação do Município Professor Neto Alves  e seu subsecretário Carlos Eduardo que prestigiaram o momento. Registramos também a presença de Jornalistas e comunicadores da cidade como o comunicador Baia Filho e Denes Paiva dentre outros.
  
Com mais de trinta projetos expostos nas categorias:
Pesquisa Juvenil, que contempla a pesquisa no âmbito da educação do ensino fundamental, com a possibilidade das escolas do Sistema Municipal participarem. Nesta edição a Feira contou com quatro projetos nesta categoria, a Escola de Ensino Infantil e Fundamental Monsenhor Fontenele foi a representante das escolas do Ensino Fundamental, nossos agradecimentos ao Diretor Ronaldo Moreira e a Coordenadora Noélia Azevedo que contribuíram de forma direta possibilitando a execução dos projetos, ficando assim a premiação nesta categoria:
1º Lugar-Recicla Monsenhor
2ºENERGIA COM LATINHAS
3ºILUSÃO DE ÓTICA

O protagonismo juvenil se fez presente nas diversas formas demonstrados por meio de ações do Projeto de NTPPS que fizeram a abertura do evento com lindos momentos de danças, mostrando a cultura de décadas passadas que proporcionavam diversão aos ipueirenses por meio da dança.
Após abertura realizada na quadra da escola, contando com a presença de alunos e professores das escolas do município destacando a EEP Dario Catunda, EEM Majela,  Monsenhor Cleano, Instituto M-Educar, proporcionaram momentos de aprendizagem a seus alunos. Nesta Feira tivemos a participação especial de alunos e professoras do curso de Técnico em Enfermagem do M-Educar que fizeram um trabalho de conscientização sobre prevenção, DST, aferição de pressão e cálculo de IMC.



No período de 9 da manhã até as 16 horas o público teve a oportunidade de visitar os ambientes e interagir em vários espaços como:
Pesquisas e experimentos nas áreas de Física, Química, Biologia, Matemática, Linguagens, Esporte;
Para mais fotos:
https://www.facebook.com/media/set/?set=a.596149034105784.1073741848.100011320786507&type=1&l=299d384a6b

Espaço com apresentação de curta metragem abordando a temática das dificuldades enfrentadas pelos jovens do século xxi;
A temática copa do mundo foi assunto nesta Feira, afinal somos o país do futebol;
Atividades com dança, mostrando sua importância para a manutenção da saúde;
Projetos na área de Robótica Educacional como alarme antigás e outros projetos.
A premiação Final ficou da seguinte forma:
ENSINO FUNDAMENTAL:
1ºRECICLA MONSENHOR
2ºENERGIA COM LATINHAS
3ºILUSÃO DE ÓTICA

LINGUAGENS E CÓDIGOS:
1ºCEOM NA COPA 2018
2ºENTRE RABISCOS
3ºBENEFÍCIOS DA DANÇA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL CIENTIFICO:
1ºPH, SAÚDE E DOENÇAS
2ºUSO DO AGROTÓXICO

ROBÓTICA:
1ºALARME DE GÁS
2ºALARME PARA ÁGUA
3ºPROGRAMAÇÃO

MATEMÁTICA:
1º MATEMÁTICA E SAÚDE
2ºPRÁTICAS MATEMÁTICAS
3ºMATEMÁTICA NO FUTEBOL

CIÊNCIAS NATURAIS:
1ºCIÊNCIA DO CRIME
2ºCADEIAS CARBÔNICAS
3ºSANGUE DO DIABO

HUMANAS:
1ºDOCUMENTÁRIO: ADOLESCENTE NO SÉCULO XXI
2ºINÍCIO DO FIM
3ºTEMPO E CALENDÁRIO.
 

quarta-feira, 11 de abril de 2018

Feira de Ciências 2018.



Edital da XI Feira de Ciências e Cultura do CEOM

O Colégio Estadual Otacílio Mota faz saber ao corpo docente e discente e quem de interesse que se encontram abertas as inscrições para a XI Feira de Ciências e Cultura ano 2018, conforme os critérios abaixo:
Parágrafo Único – A feira realizar-se-á nos dias 29 e 30 de maio de 2018.
1. Números de alunos por grupo:
1.1. Serão aceitos projetos formados por vários integrantes (quantidade a ser definida pelo professor orientador), mas tendo, no mínimo, três alunos representantes do grupo.
1.2. Todos os projetos deverão ter a participação de 01 (um) Professor Orientador.
Não será permitida a inscrição de trabalhos individuais e/ou sem orientação de professor da escola.
Da Inscrição
 No ato da entrega da ficha de inscrição deverá ser apresentado o relatório do projeto/experiência.
A ficha não será recebida sem o relatório (ANEXO I).
2.1. Os projetos inscritos deverão incluir:
I Introdução
II Metodologia
III Resultados
IV Considerações finais
V Referências Bibliográficas
O Modelo do Resumo: Vide anexo II.
2.2. Os projetos poderão ser enviados por e-mail <otaciliomota@escola.ce.gov.br>
2.3. Após a entrega da ficha de inscrição não será permitida a mudança de membros dos grupos e tão pouco a mudança do projeto/experiência.
2.4. Na categoria Pesquisa Junior, poderão de inscrever alunos das Redes pública e privada do Ensino Fundamental I e II, seguindo as normas deste edital.

4. EXPOSIÇÃO
Os projetos deverão ser montados nos dias 29 (para os alunos que estudam na sede) e 30 (para os alunos das extensões) de maio de 2018.
A apresentação dos projetos ocorrerá a partir das 09h30min no Colégio Estadual Otacílio Mota, em 30 de maio de 2018.
Será permitida a distribuição de cartões de contato, pequenas lembranças e folders relativos ao projeto. Entretanto, a distribuição não pode fazer parte da apresentação.
Será permitida a apresentação de materiais e equipamentos, desde que obedeçam às regras de segurança (Item 05), utilizados no desenvolvimento do trabalho a ser apresentado, além do caderno de campo.
Todos os projetos deverão disponibilizar, no local da apresentação, o CADERNO DE CAMPO ou de PESQUISA (o qual deverá ser manuscrito).
Quanto à apresentação dos trabalhos também poderá ser utilizado cartazes ou banners.
Caso a equipe faça a opção para a exposição de cartazes ou banner, será de sua total responsabilidade providenciar um suporte para esse tipo de exposição.
Vale ressaltar que o uso de banner será critério de análise dos avaliadores.

5. REGRAS DE SEGURANÇA
Serão permitidas as exposições dos seguintes itens:
a) Organismos vivos (ex: plantas, micróbios etc.);
b) Espécimes (ou partes) dissecados;
c) Animais vertebrados ou invertebrados preservados em acordo com normas técnicas (inclusive embriões);
d) Gelo seco ou outros sólidos sublimáveis;
e) Alimentos e guloseimas em geral;
f) Baterias com células expostas( mantidas as normas de segurança);
g) Produtos químicos voláteis/corrosivos e/ou combustíveis( mantendo as normas de segurança);
h) Substâncias tóxicas ou de uso controlado(com autorização de órgão responsável ou regulatório);
i) Colocação em marcha de motores de combustão interna(seguindo as normas de segurança).
6. A avaliação dos trabalhos se dará por uma junta de professores e/ou representantes da comunidade sendo a nota atribuída aos conteúdos envolvidos.
6.1. Da Apresentação Oral
A apresentação (visual e oral) deverá ser feita de maneira clara e objetiva, salientando os dados mais importantes, para possibilitar o perfeito entendimento do projeto. Para efeito de avaliação cada apresentação terá como tempo máximo 10min e cada aluno deverá organizar sua apresentação dentro   do tempo programado.
6.2. Do Caderno de Campo ou de Pesquisa:
Neste documento, o(s) aluno(s) deve(m) ter registrado as etapas, que realizou para desenvolver o projeto, relatando todos os fatos e as datas respectivas. Caso seja continuação de projeto, o Caderno d e Campo deve abranger o período, relativo a todo o desenvolvimento do projeto. O mesmo não deverá ser digitado, apenas manuscrito.
O Caderno deverá conter:
a) Registro detalhado e preciso dos fatos, dos passos, das descobertas, das novas indagações;
b) Registro do(s) estudante(s) e professor(es) orientador(es) envolvidos em cada etapa/ação do projeto;
c) Poderá incluir fotos, gravuras, figuras e desenhos;
d) Registro das datas e locais das investigações;
e) Registro dos testes e resultados;
f) Entrevistas e consultas às pessoas fontes;
g) Referências bibliográfica.





Cronograma:
FASES DO EVENTO
7.1. Fase entrega do Projeto/Experiência e Relatório.
Local: Laboratório de Ciências de 15/04/2018 a 22/05/2018.
7.2. Da formação da Comissão Avaliadora. A comissão avaliadora será composta por 9 profissionais sendo 3 por área de afinidade, devendo a comissão ser formada entre os dias 15 de abril a  22 de maio de 2018.
7.3. Fase Feira de Cultura e Ciências /Exposição do Trabalho – maio de 2018.
8. A responsabilidade da montagem e organização dos trabalhos nas salas de aulas serão dos autores (grupos de alunos e do professor orientador). Após o término da exposição dos trabalhos, os grupos deverão deixar o local em ordem, guardando todo o material utilizado, sob pena de ter o trabalho anulado.
8.1. Os alunos não poderão deixar os trabalhos sozinhos, ou seja, afastar-se do local da apresentação durante o período destinado a exposição.
9. Todo material para a realização do trabalho é de responsabilidade do grupo inscrito. O colégio não emprestará nenhum material exceto vassoura ou material disponível no laboratório, caso solicitado com antecedência se houver disponibilidade dos mesmos.
10. A ficha de inscrição está disponível no site <atividadesdoceom.blogspot.com> ou <https://ronaldpaiva.blogspot.com > e no laboratório de ciências.
10.1. Não serão recebidas fichas de inscrição após a data estipulada neste edital.
11. Das Categorias.
Concorrerão projetos inscritos nas seguintes categorias:
· LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
· CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS
· CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS
· PESQUISA JUNIOR – ENSINO FUNDAMENTAL
· ROBÓTICA EDUCACIONAL
.EDUCAÇÃO AMBIENTAL ARTÍSTICA
 .EDUCAÇÃO AMBIENTAL CIENTÍFICA

12. Critérios da Avaliação presencial
Critérios de Avaliação Pontuação
a) Criatividade e inovação 15,00%
b) Conhecimento científico do problema abordado 20,00%
c) Metodologia científica 15,00%
d) Clareza e objetividade na apresentação do trabalho 20,00%
e) Banner 15,00%
f) Caderno de Campo 15,00%
12.1 Criatividade e Inovação (15%)
Criatividade é pensar coisas novas, inovação é fazer coisas novas e valiosas.
Inovação é a implementação de um “novo” ou “significativamente” melhorado produto (bem ou ser viço), processo de trabalho ou prática de relacionamento entre pessoas, grupos ou organizações.
Nem sempre a inovação é o resultado da criação de algo totalmente novo, mas, com muita frequência, é o resultado da combinação original de coisas já existentes. Algumas importantes inovações consistem de novos usos para objetos e tecnologias preexistentes.
12.2 Conhecimento científico do problema abordado (20%)
Do conhecimento científico nasce o raciocínio argumentativo que é extremamente relevante para o conhecimento das ciências. De posse do conhecimento científico o educando poderá construir modelos, desenvolver explicações do mundo físico e natural e ser capaz de interagir com eles. Precisa demonstrar que aprenderam significativamente os conceitos implicados associados ao trabalho defendi do, e que desenvolveram a capacidade de responder questionamentos sobre o seu trabalho de posse dos conhecimentos científicos.
12.3 Metodologia Científica (15%)
Os educandos precisam ser capazes de explicar como procederam as suas investigações; que instrumentos eles utilizaram para coletar dados; quais as fontes que eles pesquisaram, como eles tiveram acesso a tais fontes, bem como em que período desenvolveram suas pesquisas. Todas estas explicações devem ter como amparo os conhecimentos científicos adquiridos.
12.4 Clareza e objetividade na apresentação do trabalho (20%)
Os autores devem planejar com clareza e objetividade a sua apresentação de modo que o tempo seja otimizado e as informações compartilhadas possam ser bem explicadas e bem interpretadas.
12.5 Banner (15%)
As equipes devem privilegiar o espaço do banner (0,90m x 1.20m) destinando a maior parte (cerca de 75%) deste para exposição de ilustrações (fotos, figuras, tabelas, quadros, gráficos, etc). No espaço restante deverão ser explanados os textos relativos ao trabalho apresentado.
12.6 Caderno de Campo (15%)
No Caderno de Campo, o (s) alunos(s) deve(m) ter registrado todas as etapas durante o desenvolvimento do projeto, relatando fatos, quem realizou e as suas respectivas datas. Se for continuação de projeto, o Caderno de Campo deve abranger o período relativo a todo o processo do projeto.
13. Da Premiação dos Projetos
Serão premiados 03 (três) projetos em cada categoria, de acordo com sua pontuação.
Os projetos premiados, por área, receberão:
a) 1º Lugar: Um troféu, medalhas de ouro, credenciais para a feira regional.
b) 2º Lugar: Os componentes da equipe receberão medalhas de prata.
c) 3º Lugar: Os componentes da equipe receberão medalhas de bronze.
Casos omissos e pormenores serão resolvidos pela comissão coordenadora da feira de ciências

Ipueiras, Ce 11 de Abril de 2018.
Att.
Professores: Ronaldo  e Augusto,.









ANEXO I
COLÉGIO ESTADUAL OTACILIO MOTA
'Uma escola de resultados'
LABORATÓRIO DE CIÊNCIAS
Feira de Cultura e Ciências
FICHA DE INSCRIÇÃO
NÚMERO DA INSCRIÇÃO _____________
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
• TÍTULO DO PROJETO: __________________________________________________________________
_____________________________________________________________________________________
• CATEGORIA:
 ( ) LINGUAGENS, CÓDIGOS E SUAS TECNOLOGIAS
( ) CIÊNCIAS DA NATUREZA E SUAS TECNOLOGIAS
( ) CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS
( ) PESQUISA JUNIOR – ENSINO FUNDAMENTAL
• ALUNOS
1. NOME _______________________________________________________________________
SÉRIE _______________ TURMA ___________ TURNO ____________
2. NOME _______________________________________________________________________
SÉRIE _______________ TURMA ___________ TURNO ____________
3. NOME _______________________________________________________________________
SÉRIE _______________ TURMA ___________ TURNO ____________
• PROFESSOR ORIENTADOR: ______________________________________________________________
…...........................................................................................................................................................
COMPROVANTE DE INSCRIÇÃO
NÚMERO DA INSCRIÇÃO ____________
TÍTULO DO PROJETO ____________________________________________________________ ____________________
PROFESSOR ORIENTADOR: ______________________________________________________


ANEXO II
XI FEIRA DE CIÊNCIA E CULTURA
MODELO DE RESUMO DE UM PROJETO CIENTÍFICO
Título:Reciclagem de Papel
Autores
Alana Nunes1
Antonia Camelo1
Ronaldo Paiva 2
1. Alunas da E.E.F.M. Monsenhor Fontenele
2. Professor  da E.E.F.M. Monsenhor Fontenele

Contextualização (até 120 palavras)


No Brasil, o pinho e o eucalipto são os dois tipos principais de madeira utilizadas na fabricação de papel, porque são árvores de fácil crescimento uma grande quantidade de papel é recolhida dos cestos de lixo, nos diversos ambientes de trabalho, e que o destino deste material tem sido o lixão público. Sabe-se, entretanto, que o papel usado é um material com grande poder de reaproveitamento. Atualmente, ele tem servido de sustentáculo a cooperativas, organizações, hospitais e contribuído com a educação e outras condições favoráveis ao desenvolvimento de populações de baixa renda no Brasil. Reciclando o papel podemos diminuir o volume de lixo ocasionado pelo desperdício e ainda poupar árvores, pois a celulose é a matéria-prima para a fabricação do papel. Para cada tonelada de papel reciclado são poupadas aproximadamente 20 árvores.
; II. Objetivo Geral (até 70 palavras)
Coletar o papel, no âmbito escolar, e destiná-lo a reciclagem.

 III. Objetivos Específicos (até cinco objetivos específicos – até 40 palavras);
• Conscientizar os alunos e professores  sobre a importância da reciclagem de papel para preservação do meio ambiente e como alternativa econômica;
• Evitar o desperdício, por meio da reutilização do papel;
 • Desenvolver o trabalho cooperativo entre os alunos;
 • Expor trabalhos com papel reciclado;
 • Promover ação social

 IV. Metodologia (até 150 palavras);


Os alunos do 9ºano da Escola Monsenhor Fontenele, bairro Vamos Ver  envolvidos fizeram pesquisas sobre a reciclagem de papel, as implicações para o meio ambiente do disperdicio de papel e mal aproveitamento dos descartados.
Houve a coleta de papel em sala de aula, preparação do material e reciclagem, posteriormente com o papel obtido desenvolveram embalagens e outros usos para o material.

 V. Relevância do Projeto (até 150 palavras);
Sabe-se que a reciclagem do papel tem ajudado muitas famílias de baixa renda, decorrendo daí a importância do trabalho cooperativo , a fim de que o papel que não terá mais utilidade seja revertido em benefícios à sociedade carente e de forma geral, contribuir para:
- redução do lixo;
 - economia de matéria
-prima extraída da natureza;
 - redução da poluição;
 - geração de novos empregos;
 - conscientização sobre a questão ambiental;
 - estimular o trabalho participativo



VI. Impacto da Pesquisa/Projetos (até 100 palavras);

Pode-se aliar proteção do meio ambiente a resultados econômicos, sociais, ecológicos e de economia de recursos naturais, através de uma destinação adequada do lixo. O lixo deve ser encarado como uma solução bastante viável para a sobrevivência humana  como o começo de um novo ciclo, onde é possível a transformação do que era velho em novo. Diante deste contexto, o PROJETO PARA RECICLAGEM DE PAPEL tem a finalidade de dar um destino ao papel usado nesta unidade, em benefício da sociedade escolar.
VII. Considerações Finais (até 100 palavras);


 O desenvolvimento do tema Reciclagem de Papel na Escola, permitiu-nos
articular muito dos conhecimentos adquiridos ao longo da execução do Projeto coma prática no ambiente escolar, em busca dos objetivos: Realizar o diagnóstico
ambiental da Escola de Ensino Fundamental Monsenhor fontenele para melhorar a qualidade ambiental da escola; Conhecer e debater o tema proposto e suas relações com as questões ambientais locais e globais; Reconhecer as questões socioambientais no território da escola, valorizando os diversos saberes e olhares sobre a realidade onde a escola está inserida; Desenvolver atitudes diárias de respeito ao ambiente e à sustentabilidade, apoiadas nos conteúdos trabalhados em sala de aula e Mobilizar a escola a fazer a coleta seletiva do papel usado, que seria desperdiçado no ambiente escolar.


 VIII. Bibliografia (3 principais referências);
 IX. Palavras-chave (3 palavras-chave).

Meio Ambiente;
REciclagem;
Preservar.


segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Educação e Tecnologia: 1ª Olimpíada de Robótica Educacional do Colégio Estadual Otacílio Mota- Ipueiras/Ceará.

Aconteceu na manhã desta segunda-feira 18 de dezembro de 2017 no CEOM( Colégio Estadual Otacílio Mota) a 1ª ORCEOM (1ª Olimpíada de Robótica Educacional do Colégio Estadual Otacílio Mota), culminância do Clube de Robótica do CEOM. Durante o ano de 2017, cerca de 20 alunos se inscreveram para participar do Curso de Robótica do CEOM-Laboratório de Ciências, sob a coordenação do professor Ronaldo Paiva.





Desde abril deste ano os alunos se encontram semanalmente no LEC(Laboratório de Ciências) para aulas de Robótica Educacional. A programação do curso contempla dentre outros assuntos os seguintes:



· TIPOS DE ROBÔS;
· TIPOS DE SENSORES;
· COMPONENTES DE UM CIRCUITO;
· APLICAÇÕES DA ROBÓTICA;
· CIRCUITO ELÉTRICO SIMPLES ( SÉRIE E PARALELO);
· PROJETOS COM SUCATA;
· IDE ARDUINO;
· INSTALAÇÃO DA IDE ARDUINO;
· DRIVES DO ARDUINO;
· PROGRAMAÇÃO: CORPO E CARACTERÍSTICAS;
· VARIÁVEIS E CONSTANTES;
· PROGRAMAÇÃO C++;
· MONTAGEM DE KITS.



 O professor Ronaldo acredita que a Robótica  leva o aluno a questionar, pensar e procurar soluções, a sair da teoria para a prática usando ensinamentos obtidos em sala de aula, na vivência cotidiana, nos relacionamentos, nos conceitos e valores.  Na teoria construtivista, o conhecimento é entendido como ação do sujeito com a realidade. Em ambientes de robótica educacional os alunos constroem sistemas compostos por modelos e programas que os controlam para que eles funcionem de uma determinada forma.
Para fechar o ano o LEC promoveu a Olimpíada, que ocorreu com a participação de 7 equipes/duplas que duelaram eram si em três fases, na primeira fase as duplas deveriam realizar em bloco de nota ou editor de texto uma programação definida pelo orientador, nesta etapa 2 equipes foram desclassificadas. Na fase 2, iniciou-se a prática com circuito, objetivando fazer com que o carrinho percorresse um trajeto desviando de obstáculo, nesta fase foram eliminadas duas outras equipes. Na final, foi realizada uma tarefa com circuito complexo onde as equipes duelaram e como resultado final tivemos: 3º Lugar: Alana Mendes e Davyd; 2º Lugar: Joice Maria e Beatriz e no 1º Lugar a dupla: Julia Maria e Anny.
3º Lugar.

2º Lugar.

1º Lugar.

Os objetivos do projeto são:
· desenvolver a criatividade dos alunos;
· tornar o aluno  capaz de organizar suas idéias a partir de uma lógica mais sofisticada de pensamento;
· introduzir conceitos de robótica;
· utilizar conceitos aprendidos em outras áreas do conhecimento para o desenvolvimento de um projeto;
· proporcionar a curiosidade pela investigação levando ao desenvolvimento intelectual do aluno.


Observou-se durante a realização do projeto que os estudantes que participaram tiveram bom desempenho em muitas áreas do conhecimento.
O professor ressalta a importância do incentivo e patrocínio deste tipo de ação na educação, principalmente nas escolas de ensino regular que dispõem de poucos recursos, afirma que os materiais do projeto são de doação, rifas e setor financeiro da escola, a quem agradece e ainda aos Gestores que tem abraçado a iniciativa, diretor Erik, coordenador Renato e demais gestores. 
Nossa cidade está recebendo um curso de excelência onde só encontramos em grandes centros e isso torna de suma importância a ação. 

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

PROJETO ESTAÇÃO METEOROLÓGICA DE BAIXO CUSTO.

CONTEXTUALIZAÇÃO
A estação meteorológica é uma ferramenta fundamental para monitorar as condições meteorológicas , a observação meteorológica de superfície, realizada em nossa estação meteorológica de baixo custo, consiste da coleta diária de dados referentes as diversas variáveis atmosféricas, que caracterizam o estado da atmosfera, ou seja, o tempo. Para Nosso experimento tomamos as medidas de temperatura, umidade, e velocidade do vento. Tornando possível desta forma a investigação das variáveis atmosféricas prática e interdisciplinar.
OBJETIVO GERAL
Montar com auxílio do Laboratório de Ciências da escola uma estação meteorológica de baixo custo, possibilitando coleta de dados e trabalhar de maneira prática múltiplos conceitos geográficos, matemáticos e físicos.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Utilizar conceitos aprendidos em outras áreas do conhecimento para o desenvolvimento de um projeto;
Proporcionar a curiosidade pela investigação levando ao desenvolvimento intelectual do aluno.
Possibilitar aos alunos aprenderem a utilizar diferentes instrumentos de medidas da condição do tempo.
METODOLOGIA
Com auxílio do Clube de Robótica do CEOM, foram feitos levantamento do material a ser utilizado, pesquisas sobre aferições de variáveis meteorológicas e dado às limitações fora decidido que nossa estação de início faria as medições de umidade, temperatura e velocidade do vento. “Os estudantes fazem marcações em tabelas, depois as transformam em gráficos e analisam os resultados. No final, produzem um texto jornalístico a respeito das mudanças climáticas e das condições atmosféricas do momento”. Por meio da Estação Meteorológica são estudadas as disciplinas de ciências, geografia, redação e matemática.
RELEVÂNCIA DO PROJETO
O trabalho com pesquisa vai além de simples consultas, eleva os alunos ao status de autores e criadores do conhecimento. Fazer parte da construção do conhecimento de forma aplicada gera um sentimento de satisfação e quando ele percebe que há o envolvimento de outras áreas do conhecimento, que o saber está inter-relacionado, dá mais razão e torna-o mais significativo.
IMPACTO DA PESQUISA
Durante a realização das atividades, percebemos que os alunos aprendem a organizar o raciocínio lógico, lidam com questões do trabalho em grupo e estão sempre voltados a resolver um problema atual. Tornam-se mais responsáveis, pois, devem coletar em dados momentos os valores apresentados na estação. Trazer para a prática assuntos teorizados em livros, mas, que estão no dia a dia de cada um ser objeto de observação e estudo.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Agradecemos a todos que nos ajudaram na realização deste projeto. Durante a realização do projeto, assumimos o desafio de buscar o envolvimento dos alunos nas atividades propostas.Consideramos, sem dúvida que o grande "facilitador" durante todo o transcurso do trabalho foi o apoio nos ofertado pelo laboratório de Ciências do CEOM.
REFERÊNCIA BIBLIOGRÁFICA
www.agrosmart.com.br/blog/estacao-meteorologica-funciona-importancia-agricultura/; educacao.estadao.com.br/blogs/blog-dos-colegios-sao-luis/projeto-estacao-meteorologica-instrumento-de-ensino-multidisciplinar/; www.usinainfo.com.br/estacao-meteorologica/anemometro-arduino-sensor-de-vento-para-estacao-meteorologica-3686.htm

PROJETO ALGEBRINCANDO, APRENDENDO BRINCANDO.

Contextualização 
Sabendo da necessidade de se tornar as aulas de matemática mais prazerosas, dinâmicas e participativas afim de desenvolver no aluno as habilidades e competências propostas para o 1º ano A do ensino Médio, buscamos trabalhar o lúdico no processo de ensino e aprendizagem, despertando no educando a curiosidade, levando-o aos desafios, permitindo ampliar seus conhecimentos, estimulando a criatividade, a capacidade de resolver problemas, a estimar, calcular, desenvolvendo o raciocínio lógico e seus aspectos cognitivos. Desta forma, o referido projeto visa levar o aluno a vivenciar tais experiências através de jogos de forma lúdica, estimulando também o processo de interação, uma vez que as atividades serão desenvolvidas em grupo onde os alunos poderão compartilhar o conhecimento e trocar ideias e estratégias tendo o professor como mediador destas atividades.
  Objetivo Geral
 Este projeto objetiva contribuir para a melhoria na compreensão da matemática,que em muitas vezes se mostra longe da realidade diária, bem como a inovação da pratica educacional docente em busca do êxito na vida educacional do educando proporcionando uma aprendizagem mais significativa, prática e prazerosa.



Objetivos Específicos 
Melhorar nossos índeces de aprendizagem.
Estimular o pensamento independente, a criatividade e a capacidade de resolver problemas; ·
 Desenvolver habilidades de estimar, criar estratégias e calcular; · Incentivar o trabalho coletivo, o respeito ao próximo e a criar e respeitar regras; ·
 Proporcionar a aquisição de novos conhecimentos através do lúdico no ensino da matemática;




  Metodologia


Levantamento prévio dos conhecimentos matemáticos dos alunos com avaliação diagnóstica e observações diárias;
Aulas expositivas com uso de cartazes construídos com a participação dos alunos;
Confecção de jogos com sucata; ·
Oficina de jogos com atividades em equipe realizadas bimestralmente; ·  Atividades em grupo; ·
Atividades com desafios matemáticos;
Dinâmicas com Jogos:

Tabuleiro Algébrico e outras variações;
Roleta de equações e outras variações;
Dominó algébrico, podendo variar.


 Relevância do Projeto 
Para que o  ensino da matemática na escola seja mais eficaz, é preciso dar condições aos estudantes de vivenciar experiências que os levem a construir seus conceitos, a desenvolver suas habilidades e competências de maneira que os mesmos compreendam a relação da matemática com suas vivencias cotidianas, dando a oportunidade de construir seus saberes em diferentes níveis. Como ferramenta fundamental para que este processo ocorra, temos a participação do educador como a mola propulsora, a ponte que liga a criança as suas descobertas e conhecimentos, pois o educador é o agente motivador da sua sala de aula, aquele é provoca o desejo de aprender estimulando os alunos e inovando sua metodologia de acordo com as necessidades e identidade da turma.





 Impacto da Pesquisa/Projetos 

Na execução do projetos pudemos perceber o envolvimento que as atividades lúdicas proporcionam aos estudantes, quando ele deixa de ser um mero espectador para ser co-autor do ensino, mesmo os mais acomodados e tímidos saem de suas zonas de conforto e tornam-se ativos. Os estudantes até chegam a se surpreender com a facilidade em que com a prática adquirida resolvem as situações propostas nos jogos e desafios.

  Considerações Finais 


 Ensinar matemática objetivando sucesso na aprendizagem se torna real, quando se procura um meio que satisfaça as necessidades dos educandos para que eles consigam aprender a relacioná-lo com seu cotidiano, visando uma educação holística, que leva em conta as múltiplas facetas: físicas, intelectuais, estéticas, emocionais e espirituais dos discentes, tendendo para a construção de um cidadão realizado, vivendo em harmonia consigo e com o mundo.


 Bibliografia 

KISHIMOTO, Tisuko Morchida. O jogo, brinquedo, brincadeira e educação. 4 ed. São Paulo: Cortez, 2000.
http://www.somatematica.com.br/softOnline/GeradorDominos/gerador.php
 Palavras-chave 
 Matemática
Aprendizagem
Lúdico